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Itapira, 07 de Agosto de 2020
Artigo
09/12/2012 | José Carlos Barbieni: Drogas, quer conversar sobre elas?
Olá a todos, de volta, com algo que vi na internet e até concordo.
Um site chamou de hipocrisia, o programa Criança Esperança da Rede Globo, o que não deixa de ser verdade se levarmos em conta a frase usada:
 “A Globo paga para um milionário gordo (Ronaldo) emagrecer, e depois nos pede para ajudar crianças pobres???”
Mas vamos ao texto de hoje que entra num assunto complicadíssimo, que é esse “universo paralelo” das drogas, com todas as suas vertentes que passam pela droga em si, pelo usuário, pelo traficante, policia, legislação, dependência e recuperação, e claro, num, post só não caberá tudo.
Não se passa um dia sequer sem notícias envolvendo apreensões, prisões e dramas familiares envolvendo o assunto, e o consumo delas parece só aumentar, deixando muitos pais atônitos sem saber como manter seus filhos longe das drogas.
A primeira análise parece obvia; Afinal porque usar drogas? Qual seu prazer? Que benefícios o seu usuário vê nelas?
Uma pergunta difícil de responder para mim ou para qualquer um que nunca usou essas chamadas Drogas Ilícitas, mas, e se perguntarmos sobre o cigarro, a cervejinha ou qualquer outra bebida alcoólica, que invariavelmente são usadas como comparativo, e que via de regra podem sim serem consideradas drogas, qual seria a resposta? Porque se toma cerveja (às vezes até além da conta), mesmo sabendo dos males que pode provocar, desde fiscos, psicológicos e acidentes de trânsito? E mesmo assim, ela está presente até mesmo em festa de criança.
Aí pode estar parte da resposta, uma vez que as crianças crescem vendo os adultos beberem e por sua vez os adultos associam a bebida à auto-afirmação; Só para se ter uma idéia, muitos homens se sentiriam meio fora do baralho se fossem a uma festa de casamento, por exemplo, e se tivessem que beber apenas refrigerante, enquanto seus amigos estivessem tomando cerveja.
O comportamento do ser Humano é regrado por exemplos e cobranças, seja da sociedade, família ou grupo social em que vive, com as drogas, acontece algo parecido com o que acontece com as bebidas, a cobrança para experimentar, o “exemplo” de quem está enturmado e a fatal sensação de que não tem nada a ver, que é só para curtir um “barato”, acaba influenciando.
O que acontece quando uma adolescente experimenta alguma droga, seja lícita ou não? Nada! Isso mesmo, nada... O mundo não acabou e ele não fez mal a ninguém, como convencê-lo de que entrou numa roubada, se para ele, ele não fez nada de errado?
Vou continuar no assunto nos próximos posts que com as férias escolares voltarão a ser mais freqüentes, enquanto isso, que tal refletir:
Em relação ao álcool, como pode a lei ser tão severa quanto ao seu uso, e tão complacente com a venda? Já com relação às drogas, como pode ser tão proibitiva quanto à venda, mas ser benevolente com o usuário?
 
Feliz Natal e Próspero 2013 a todos!!
José Carlos Barbieni – Serralheiro
Técnico em informática pela Etec “João Maria Stevanatto”- Itapira-SP

E-mail: Jkarlosbarbieni@gmail.com 

Fonte: José Carlos Barbieni

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