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Itapira, 28 de Janeiro de 2020
Artigo
03/05/2012 | José Carlos Barbieni: Pecado 4- a Luxúria

 Olá a todos, de volta para escrever sobre os Sete Pecados Capitais, e agora escrevendo sobre a LUXÚRIA e CASTIDADE, onde mais uma vez lembro que não pretendo ser didático e portanto, o texto reflete apenas a minha opinião.

 
“Entregou-se tanto ao vício da LUXÚRIA/ que em sua lei tornou-se lícito aquilo que desse prazer, para cancelar a censura que merecia” – Dante Alighieri  
Nesta frase, Dante Alighieri expressou que quem se entrega a luxuria, que é o apego aos prazeres carnais, passa a achar correto toda forma de conseguí-lo, não se importando com costumes, regras, tabus ou se geram dor, que é vista como fonte de prazer. Do ponto de vista religioso, qualquer forma de relacionamento sexual que não seja para fins de procriação, também é visto como um ato de luxúria, assim sendo mesmo um ato sexual entre marido e mulher que seja praticado de forma a buscar prazer utilizando de formas diferentes também é considerado pecado, pois são considerados desvios sexuais.
 
A despeito do que diz a religião, que é sempre um tema complicado, vale sempre a regra onde tudo o que é demais acaba prejudicando, porém dificilmente alguém que deseje viver intensamente os prazeres carnais saberá quando ultrapassou os limites do razoável, já que ele próprio não estabelece limites, praticando sexo de forma inconseqüente, expondo-se a doenças sexuais, e não raras vezes exigindo das parceiras praticas que elas não desejam fazer. Viver cercado de luxo e riqueza, e fazer questão de mostrar o que ostenta, também é uma forma de luxúria, ou como poderíamos exemplificar: Assim como não é necessário fazer sexo “daquele” jeito para sentir prazer, também não precisamos daquele carrão para nos locomover. E muito embora logo nos lembremos do lado sexual, poderíamos definir a Luxúria como o ato de exagerar nas coisas e atitudes que consideramos prazerosas, em detrimento do bom senso.
 
Como forma de se livrar de cometer o pecado da LUXÚRIA, há a pratica da CASTIDADE, que prega justamente que se abstenha de sexo antes e fora do casamento e que seja praticado apenas para procriação. Não há como negar que num mundo de comportamento casto e regrado, a tendência seria de que todos saíssem ganhando, mas o problema é que o ser Humano descobriu no sexo uma fonte de prazer, de satisfação física e emocional, e dificilmente o praticaria apenas para ter filhos, aliás, quase sempre esse não é o objetivo.
 
O assunto é controverso e com certeza dá muito pano pra manga, numa discussão entre pessoas liberais e conservadoras, afinal pode ser considerado pecado o que é praticado entre casais, de forma compartilhada e consciente, respeitando vontades e bem estar dos dois? 
 
A conclusão que cheguei é de que não é errado buscar sentir prazer, mas buscar e sentir APENAS O PRAZER FÍSICO sem qualquer envolvimento afetivo, o prazer da companhia, da palavra amiga, de um simples gesto de carinho, jamais devem se postos de lado.
 
Saúde, Paz e Harmonia a todos.               Jkarlosbarbieni@gmail.com
Fonte: José Carlos Barbieni

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