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Itapira, 05 de Dezembro de 2021
Notícia
11/07/2011 | Entrevista: imprensa guaçuana pressiona Barros Munhoz.
Munhoz  em passagem pela cidade de Mogi-Guaçu foi sabatinado pela imprensa local, principalmente quantos às movimentações políticas direcionadas a 2112.
 
Pergunta: A visita de Mario e Marçal ao senhor significa alguma mudança na cúpula do diretório do PSDB em Mogi Guaçu?
Munhoz: Absolutamente, nem teria cabimento isso, a direção aqui de Mogi-Guaçu é definida pelos filiados ao PSDB, eu não interfiro, é lógico que apoio os companheiros, mas sempre respeitando a vontade dos filiados, dos membros do PSDB de Mogi-Guaçu. Não há nada nesse. O Mário achou que devia levar sentido o Marçal até a minha presença, para uma conversa política e aí como político eu conversei com o Marçal  como eu converso com outros companheiros e até com os adversários, não tem absolutamente nenhuma outra conotação a não ser essa.
Pergunta: No caso seria uma tentativa de aproximar o PMDB ao PSDB?
Munhoz: O que Marshal disse é da sua posição em relação ao prefeito, à política local, das suas conversas para formar uma frente de oposição ao prefeito Paulinho e eu ouvi, respeitosamente, é como tinha que fazer. Fiquei até sensibilizado, sou amigo do Paulinho, todo mundo sabe disso, independentemente de divergências político ou partidárias, ele tem permitido que eu trabalho por Mogi-Guaçu, para mim, isso é muito importante, mas também sou amigo do Marçal, sou amigo do Helio, sou amigo do Valter, enfim, eu tenho com Mogi-Guaçu um relacionamento político extraordinariamente fraternal.
Pergunta: O que chega pra gente que como o senhor é o representante regional dos tucanos e que existiria um pedido de interferência do senhor. O senhor não interferiria no diretório municipal?
Munhoz: Não, absolutamente. Nem se cogitou disso. A única coisa que ele pediu é o apoio do PSDB a uma eventual candidatura dele ou do grupo que eles estão formando. Isso não cabe a mim decidir e lógico que não vou ficar alheio, mas é cedo para qualquer tipo de decisão dessa e tem que haver uma conversa muito intensa e profunda com os companheiros de Mogi-Guaçu.
Pergunta: E o caso do presídio em que o senhor tentou mudar e não ser construído no município. Mas sabemos que o projeto permanece.
Munhoz: Sim, o projeto permanece, mas há a indicação de uma nova localização que seria melhor para o município, nós estamos batalhando por isso.
Pergunta: O senhor sabe me dizer se é em Martinho Prado ou não?
Munhoz: Não, sinceramente eu não sei. É uma indicação que o prefeito fez e que a comunidade fez.
Pergunta: O senhor acha que ele levou bem esse pedido de mudança?
Munhoz: Levou. Não está implantado ainda, é possível. Impossível é Deus pecar.
Pergunta: Exisitiu uma conversa que o AME de Mogi-Guaçu poderia ser fechado por falta de recursos, por falta de verbas. Isso realmente ocorreu?
Munhoz: Não ocorreu. O que ocorreu foi que eu fui procurado pelo Doutor Renato Passini, todos os AMEs do Estado sofreram uma redução, mas eu expliquei ao secretário Giovanni Cherri que não era possível disso acontecer com o AME de Mogi-Guaçu. Que um AME consolidado poderá chegar a 10 mil atendimentos/mês até o final desse ano, ele estava em torno de 4 mil, com previsão de chegar a seis mil. Logo ele não poderia ter o seu atendimento reduzido. Não era fechamento. Era uma limitação pela despesa excessiva que o Estado tem com a saúde, diante da omissão da União, na área da saúde. Mas conseguimos demonstrar isso, uma coisa é um AME consolidado, um de dois ou três anos, que já chegou no número considerado ideal. Mas um AME que está crescendo para chegar num número considerado correto, não pode sofrer nenhuma redução, foi o que aconteceu. Graça a Deus tivemos assegurado. Valeu para Mogi-Guaçu. Valeu para o Estado inteiro. Nós levantamos o problema e foi resolvido para todos os AMEs na mesma situação.
Pergunta: Foi uma readequação de gastos?
Munhoz: Foi uma exclusão dos AMEs novos de um corte que efetivamente houve em todos os AMEs do Estado.Os novos não sofreram esse corte, pelo contrário continuaram com a sua programação. Mogi-Guaçu ia ter seis mil, e está tendo seis mil.
Pergunta: Algum pedido o senhor está levando daqui?
Munhoz: Não, nem vai dar tempo para fazer pedidos, vim e volto voando para São Paulo.
Fonte: Da Redação do PCI

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