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Itapira, 18 de Junho de 2024
Artigo
02/01/2017 | Luiz Santos: 2017 um ano melhor. Pra quem?

Não sei dizer se 2017 será melhor para você ou para mim. Faço votos que sim. Todavia, seria melhor que desejássemos que nós fôssemos melhores em 2017 do que fomos em 2016. Há uma possibilidade incalculável de 2017 ser melhor na mesma medida que nós formos melhores. Estamos recebendo hoje este novo ano. E muito das nossas escolhas, muito de nossas prioridades, muito de nosso comportamento, fará de 2017 um ano melhor ou não. Claro, existem muitas varáveis muito além do nosso controle, muitas circunstâncias em que não poderemos fazer coisa alguma para alterar um milímetro sequer o rumo da história. Mas isso não quer dizer que não podemos contribuir decisivamente para um ano melhor. Um ano bom começa com a aplicação e a colocação em prática da Palavra de Deus que diz: “Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará” (Sl 37.4,5). São duas atitudes essenciais para quem quer ser melhor num ano melhor. Tudo começa com sentir prazer, alegria e contentamento com Deus. Isso se dá numa vida de constante ações de graças, vida devocional frequente e abundante, priorização da participação nos interesses de Deus no mundo, a começar pela vida corporativa em e na igreja. Ter deleite em Deus é demostrar pela vida e com palavras a satisfação e o contentamento com o seu governo, direção e provisão em nossas vidas, sobremaneira, pela salvação em Cristo Jesus. O passo seguinte é entregar o nosso caminho a Ele, isto é, consciente, intencional e confiadamente deixar-se conduzir por Deus em todas as áreas da vida. Saber aproveitar agradecidos as oportunidades e saber abrir mão ou abster-se de propostas, sempre agradecido, quando estas o afastarem da devota dedicação a Deus. Uma outra boa palavra para ser perseguida em 2017 é: “Ao homem pertencem os planos do coração, mas do Senhor vem a resposta da língua. Todos os caminhos do homem lhe parecem puros, mas o Senhor avalia o espírito. Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos” (Pv 16.1-3). Tenha iniciativas. Sonhe. Faça planos, trace metas, imponha-se objetivos. Não seja ocioso ou letárgico. Deus dotou-nos de capacidade inventiva e deu-nos inteligência e vontade. É comum à nossa natureza planejar. Todavia, não dê um passo e nunca tome uma decisão sem antes consultar o Senhor em insistentes orações. Busque a sua aprovação e direção em muitas vigílias de oração e em francas e boas conversas com o cônjuge. Busque conselhos de irmãos experimentados. Não tome decisão até que de maneira inequívoca você tenha a certeza de que a bênção do Senhor repousa sobre os seus intentos. E, mesmo depois disso, consagre ao Senhor tudo o que você faz. Isto é, tenha a clara e manifesta intenção de magnificar, honrar, adorar e servir a Deus naquilo que você empreendeu. Consagrar é colocar a serviço. Então, mãos à obra. Rabisque seus sonhos e projetos. Olhe para o “infinito e além”, peça a bênção de Deus como Jacó, não vá a lugar algum até ser abençoado e uma vez iniciado o projeto, lembre-se o que significa consagrar: “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo” (Cl 3.23,24) e mais:  “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus” (1 Co 10.31). E por último, não se desapeguem de Cristo, não se separem dele. Haja o que houver, nunca o percam de vista e nem se desconectem dele. Tudo o que o Pai tem para oferecer-nos o fará apenas e tão somente por meio de Cristo: “Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em mim. Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma. Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo e queimados. Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido” (Jo 15.4-7). E assim, estando em Cristo e nelas radicados, o que for do agrado do Pai e bom e agradável para nós, nos será concedido. Não se trata tanto de perguntar se 2017 será melhor, mas de nos perguntarmos se nós queremos ser melhores. 2017 será o que fizermos conosco e não que fizermos dele e nele. Feliz e abençoado ano novo.

Reverendo Luiz Fernando É ministro do Evangelho na Igreja Presbiteriana Central de Itapira

Fonte: Luiz Santos

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