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Itapira, 18 de Junho de 2024
Artigo
02/01/2014 | Luiz Santos: Ano Novo

 Todavia, de acordo com a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça” (2 Pe 3.13).

Pela Graça de Deus recebemos mais um ano novinho em folha. E o que tem de novo o ano de 2014? Além, evidentemente, das misericórdias de Deus que se renovam a cada manhã, as nossas atitudes deverão ser novas, diferentes do que sempre foram. Lógico, para nós cristãos ocidentais a data de 2014 é puramente convencional. Os judeus, chineses e muçulmanos, por exemplo, celebram em outra data outro ano novo, pois é diferente a sua contagem do tempo. Para nós, Cristo é o grande divisor de águas do tempo e da existência. A partir dele não só contamos a passagem dos anos, mas fundamentalmente o sentido de nossa própria existência. Há um ‘antes’ e um ‘depois’ de Cristo na história daqueles que foram por Ele recebidos por Graça em seu Reino Eterno.

Entretanto, apesar do “convencional” ano novo, a nossa atitude frente a ele não precisa ser “convencional”, mas pode e deve ser bíblica. ‘Quem está em Cristo é nova criatura, as coisas velhas passaram e se faz uma realidade nova’, ensina o Apóstolo Paulo, em 2 Co 5.17. É nesta novidade de vida que devemos desejar andar.  Contudo, estas atitudes novas nós já as conhecemos, apenas precisamos relembrá-las e colocá-las em prática:

 1.Portanto, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, especialmente aos da família da fé” (Gl 6.10). Não desperdicemos o nosso tempo com frivolidades, com intrigas e dissenções.  Vejamos as ocasiões da vida como maravilhosas oportunidades para colocar em prática o mandamento do amor ao próximo. Não deixemos que nossas diferenças e nossas rivalidades no campo ideológico, político ou religioso nos impeçam de fazer o bem que nossos semelhantes precisam receber. Isto vale especialmente para todos aqueles que exercem autoridade sobre os outros.

2.  “Se pecar contra você sete vezes no dia, e sete vezes voltar a você e disser: ‘Estou arrependido’, perdoe-lhe" (Lc 17.4). Cultive uma cultura do perdão e da reconciliação. Espalhe um estilo de vida que favoreça a paz, a concórdia e a superação de distância entre as pessoas. Há uma bênção especial para aquele que promove a paz: “Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus” (Mt 5.9). Não permita que um ranço de azedume se instale entre as suas relações: “Cuidem que ninguém se exclua da graça de Deus. Que nenhuma raiz de amargura brote e cause perturbação, contaminando a muitos” (Hb 12.15), libere e peça perdão sempre “Façam todo o possível para viver em paz com todos” (Rm 12.18).

3. Seja generoso, liberal. Esforce-se para que outras pessoas participem efetivamente de suas bênçãos alcançadas: “Lembrem-se: aquele que semeia pouco, também colherá pouco, e aquele que semeia com fartura, também colherá fartamente. Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer que lhes seja acrescentada toda a graça, para que em todas as coisas, em todo o tempo, tendo tudo o que é necessário, vocês transbordem em toda boa obra. Como está escrito: ‘Distribuiu, deu os seus bens aos necessitados; a sua justiça dura para sempre’. Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come, também lhes suprirá e aumentará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça. Vocês serão enriquecidos de todas as formas, para que possam ser generosos em qualquer ocasião e, por nosso intermédio, a sua generosidade resulte em ação de graças a Deus” (2 Co 9.6-11). Não deixe que seu coração se torne duro, fechado, insensível.

4. Finalmente, coloque a santidade como um programa de vida, como um projeto existencial, como um estilo de vida: “Porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade” (1 Tess 4.7), “Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14), “Cada um saiba controlar o próprio corpo de maneira santa e honrosa” (1 Tess 4.4),  “Amados, visto que temos essas promessas, purifiquemo-nos de tudo o que contamina o corpo e o espírito, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus” (2 Co 7.1). Leve muito a sério o sua vocação à santidade. É a única opção líquida e certa para que 2014 seja o ano mais feliz de sua vida.

Um feliz e santo ano novo para todos nós!

Reverendo Luiz Fernando

Pastor Mestre da Igreja Presbiteriana Central de Itapira

Fonte: Luiz Santos

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