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Notícia
25/09/2011 | Botafogo 2 x 2 São Paulo

Sem Dagoberto, o técnico Adilson Batista apostou numa formação sem nenhum atacante, com Marlos e Lucas, que jogam afastados da área, sendo os homens mais ofensivos do time. Mesmo assim, o São Paulo foi melhor nos primeiros minutos, muito pela aproximação dos volantes e dos laterais, numa postura mais incisiva que a do Botafogo, dono da casa.

Mas quem teve a primeira boa chance foi o Botafogo. O zagueiro Fábio Ferreira cruzou e o lateral-direito Lucas, dando uma de centroavante, desviou de cabeça. A bola bateu na trave direita e voltou nas mãos de Rogério Ceni. O São Paulo também respondeu pelo alto. Juan cruzou, Cícero cabeceou e Renan fez ótima defesa.

A melhor chance do São Paulo abrir o placar foi aos 23 minutos. Num rápido contra-ataque, Lucas saiu na cara do goleiro, fez bem em tentar encobri-lo, mas mandou para fora. No lance seguinte, o Botafogo não perdoou. Maicossuel fez ótima jogada pela esquerda, passou pela marcação dos volantes Denilson e Wellington, que trombaram entre si. Cruzou na medida para Loco Abreu, que só escorou para dentro do gol.

Apesar da vantagem botafoguense, o jogo seguiu equilibrado, até que os donos da casa fizeram o segundo. Rogério Ceni fez excelente defesa em chute a queima-roupa de Loco Abreu, mas o rebote caiu com Elkeson. Ao tentar driblar Wellington, foi derrubado, na linha da grande área. Pênalti que Loco Abreu bateu muito bem, no canto esquerdo de Ceni, enquanto o goleiro pulou para o outro lado.

Na tentativa de reforçar o meio-campo tricolor, Adilson Batista trocou Juan por Rivaldo no intervalo. Carlinhos Paraíba foi para a lateral-esquerda, mas a modificação permitiu que o Botafogo passasse a mandar sozinho no jogo. Só não fez o terceiro porque Loco Abreu perdeu gol incrível, embaixo da trave, sem goleiro.

Outro erro botafoguense quando Marcelo Mattos dominou bola na sua própria área e Renan pegou com a mão. O árbitro marcou recuo de bola. Apesar de a regra mandar que todos os jogadores botafoguense ficassem no máximo sobre a linha do gol, Antônio Carlos e Renan ficaram bastante adiantados e o zagueiro evitou o gol no chute de Rivaldo. Depois, de ombro, salvou o rebote de Lucas.

Só aos 19 minutos é que Adilson Batista resolveu colocar um centroavante, trocando Marlos por Henrique. No minuto seguinte a escolha mostrou-se acertada. Cícero arriscou da entrada da área e Renan, que havia feito ótima defesa pouco antes num cabeceio de Xandão, desta vez não segurou. Henrique mostrou oportunismo e marcou no rebote.

Quatro minutos depois, o São Paulo teve chance clara de empatar. Wellington fez fila na defesa do Botafogo, ficou cara a cara com Renan e bateu rasteiro, no canto esquerdo, acertando a trave.

Com o Botafogo fechado, ficava claro que o São Paulo teria dificuldades de entrar na área pelo meio. Mesmo assim, Adilson Batista trocou Piris por Jean e deixou o time com dois volantes nas laterais. Sem opção pelos lados do campo, o time tricolor batida na parede alvinegra cada vez que tentava atacar.

Quando tudo parecia perdido, o São Paulo conseguiu uma falta no ataque. Rogério Ceni foi para o ataque e fez o que Rivaldo deveria ter feito ao fim do jogo contra o Corinthians, em lance muito parecido: cruzou na área. Colocou a bola na cabeça de Rivaldo, que empatou.

O Botafogo não se contentou com o empate, foi para cima e deu chance ao contra-ataque. Mesmo tropeçando, Lucas conseguiu tocar para Rivaldo, que saiu na cara do goleiro. O craque optou por tentar encobrir Renan, mandou por cima, e levou Adilson Batista à loucura. Era a chance da vitória, no último lance do jogo.

Botafogo 2 x 2 São Paulo

Botafogo - Renan; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Cortês; Marcelo Mattos, Renato, Elkeson e Maicossuel (Felipe Menezes) ; Herrera (Cidinho) e Loco Abreu (Lucas Zen). Técnico - Caio Júnior.

São Paulo - Rogério Ceni; Piris (Jean), Xandão, Rhodolfo e Juan (Rivaldo); Wellington, Denilson, Carlinhos, Lucas e Cícero; Marlos (Henrique). Técnico - Adilson Batista.

Gols - Loco Abreu, aos 24 e aos 39 (pênalti) minutos do primeiro tempo. Henrique, aos 20, e Rivaldo, aos 46 minutos do segundo tempo.

Árbitro - Sandro Meira Ricci (Fifa-DF).

Cartões amarelos - Piris, Wellington e Juan.

Renda e público - Não disponíveis.

Local - Estádio do Engenhão, no Rio.

Fonte: Estadão

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