30/04/2015 | Camex desonera importações para incentivar setor produtivoA Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior concedeu hoje (30) desoneração temporária do Imposto de Importação para bens de capital, informática e telecomunicações. Foram contemplados 177 bens de capital (máquinas e equipamentos), dos quais 19 tiveram a redução da alíquota renovada.
No caso dos bens de informática e telecomunicações, foram dez concessões. No total, portanto, foram 187 itens desonerados, de acordo com resoluções da Camex publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (30).
Segundo o ministério, no caso dos bens de capital, a maioria tem alíquota do Imposto de Importação de 14%. Com a desoneração, o patamar cairá para 2%, valendo até 31 de dezembro de 2016. Em se tratando dos bens de informática e telecomunicações, o imposto, nas faixas de 10% e 16%, também será reduzido para 2%, valendo até 31 de dezembro deste ano.
Esse tipo de desoneração acontece frequentemente, no âmbito do regime especial chamado ex-tarifário. O regime consiste na redução temporária do imposto de importação, visando a estimular os investimentos da indústria nacional. São desonerados somente os bens de capital e produtos de informática e telecomunicações que não tenham fabricação em território nacional. De acordo com o ministério, as desonerações de hoje incentivam investimentos de US$ 2,089 bilhões.
Editor Stênio Ribeirohttp://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2015-04/camex-desonera-importacoes-para-incentivar-setor-produtivo
Comentários, artigos e outras opiniões de colaboradores e articulistas não refletem necessariamente o pensamento do site, sendo de única e total responsabilidade de seus autores.
25/03/2017 - Passageiros do metrô do Rio já podem ir da Tijuca à Barra sem trocar de trem
25/03/2017 - Lei Rouanet: de transparência a limites de incentivo; veja o que muda
24/03/2017 - STJ concede habeas corpus que concede prisão domiciliar a mulher de Cabral
24/03/2017 - Especialistas divergem sobre efeitos dos projetos de lei da terceirização