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Itapira, 01 de Outubro de 2020
Notícia
16/10/2013 | Dropes nº 291

Jurado de morte! Diante da informação de que estaria marcado para morrer, o Governador Geraldo Alckmin declarou que não vai se intimidar diante de tal ameaça. E completou: “Os bandidos dizem que as coisas ficaram mais difíceis para eles. Pois eu quero dizer que vai ficar muito mais difícil ainda. Nós não vamos nos intimidar. É nosso dever zelar pelo interesse público, lutar contra a criminalidade. Vamos fortalecer ainda mais o regime disciplinar diferenciado, penitenciárias de segurança máxima”.

Condecoração. Um trecho de uma conversa gravada, mediante autorização judicial, um bandido acabou dando um presente para Alckmin: “Depois que esse governador entrou aí o bagulho ficou doido mesmo. Você sabe de tudo o que aconteceu, cara, na época que ‘nóis’ decretou ele, então, hoje em dia, secretário de Segurança Pública, secretário de Administração, comandante dos vermes (Polícia Militar), estão todos contra ‘nóis’.”  Acabou mostrando que o governo está jogando pesado contra a criminalidade. Um governador em campanha para a reeleição não poderia esperar nada melhor.

Reação. Os membros do PCC estão apavorados. Ontem, vazaram a informação de que vão reagir, com violência, caso os chefes da organização sejam transferidos para penitenciárias de São Paulo com regras mais rígidas. Disseram também que cogitam infiltrar bandidos nas manifestações populares em que houver vandalismo. Aproveitar o quebra-quebra promovido por adeptos da tática de protesto Black Bloc para atacar os policiais, além de uma série de pequenos protestos dentro das penitenciárias, como impedir a entrada de novos presos em alas dos presídios.

Comparação. Se a opinião pública já não aprovava os métodos do grupo Black Bloc que vai para as manifestações em busca de destruição de carros, ônibus, vitrines, portas de vidros, etc... com essa indicação dos membros do PCC já tem muita gente pensando que os bandidos já estavam infiltrados nesse grupo, faz tempo.

Mas a bandidagem se superou. Um vazamento, via interceptações de telefonemas, deu conta, nesta terça-feira, de que o PCC pretende criar a Copa do Mundo do Terror caso a cúpula seja transferida para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) da Penitenciária de Presidente Bernardes, no interior de São Paulo. Mais uma ameaça desesperada.

Assim não dá! Ao fazer chegar às autoridades tais informações, já que estão quase todos em processo de monitoramento, a facção criminosa acabou piorando ainda a situação que vive, pois nenhum governante ou representante do poder judiciário aceitaria deixar de tomar decisões por conta das ameaças. Seria a institucionalização do poder do crime organizado. Fracasso total do Estado.

Segurança.  Alckmin sabe que a sua reeleição passa necessariamente por dois setores cruciais: saúde e segurança. Na segurança, além do aparelhamento que vem sendo providenciado para colocar um fim nas comunicações entre presos e o mundo exterior e polícia na rua, o governador vem tentando resolver os problemas que envolvem a remuneração das polícias.

Não vai ser brincadeira, não. Advinha quem foi o deputado credenciado para aparar arestas e buscar soluções com todas as entidades representativas da polícia civil e militar? Se você pensou em Barros Munhoz, acertou! Nesta quarta-feira, 16, está prevista a reunião do deputado com as lideranças do setor que deverá nortear as ações dos próximos passos.

Aprovação. A ALESP iniciou discussão do projeto que reclassifica vencimentos de policiais civis e militares, abrangendo delegados, demais carreiras das polícias Civil e Militar, da Secretaria da Segurança Pública, e carreiras e classes específicas da Secretaria da Administração Penitenciária. O projeto será votado na semana que vem e implementará um reajuste na ordem de 7% que beneficiará 172 mil policiais militares, 53 mil policiais civis e 33 mil agentes penitenciários.

Deu certo! Na área da Saúde, segundo Barros Munhoz, Alckmin acertou em cheio. “O Giovanne é um cara fantástico, competente, mas a entrada do David Uip oxigenou a secretaria da saúde. O novo secretário se colocou na rua para visitar as unidades de saúde. A medida vem surtindo efeitos positivos, muitos problemas já foram resolvidos no curto espaço de tempo”, destacou Munhoz.

Dia do Professor. As manifestações, conforme previsto por vários especialistas, perderam toda força. Neste dia 15, Dia do Professor, esperavam reunir um milhão pela Educação. Não há levantamento finalizado, mas pela repercussão na imprensa, a expectativa ficou longe de ser alcançada. Em São Paulo, no Largo da Batata, não reuniram mais do que mil estudantes. Na manifestação programada para o Palácio dos Bandeirantes, cerca de 100 compareceram. Mesmo assim, o movimento terminou em selvageria. De onde vem a velha máxima: “quem não tem o poder das ideias, apela para o poder das bestialidades”.

Deixa chover. As mudanças realizadas no pronto socorro do Hospital Municipal depois da última tempestade, por conta das goteiras, surtiram o efeito desejado. Com a forte chuva que caiu nesta terça-feira, apesar do telhado não estar concluído, nenhuma atividade do hospital sofreu alteração. A torcida não adiantou.

Quer mais. Aliás, Paganini sabe que há muito que fazer no sistema de saúde de Itapira, mas o povo usuário dos serviços municipais vem percebendo bem as diferenças. Um dos fatores mais visíveis é a diminuição do tempo de espera nas consultas, nos exames e nas cirurgias. Paganini está investindo 27% do orçamento em saúde, tem números que comprovam a melhoria do sistema, mas quer muito mais. Quer todo mundo trabalhando para que cada mês supere em qualidade e eficiência o mês anterior.

Dinheiro esquecido. Finalmente, a Prefeitura Municipal de Itapira vai colocar as mãos nos 1,3 milhões da Unimed que o Novo Tempo esqueceu no Banco do Brasil. Apesar da propalada falta de dinheiro no último ano do mandato, o governo anterior nada fez para a retirada do banco. Depois das providências tomadas e dos pareceres favoráveis dos setores  envolvidos, é provável que ainda nesta semana esse dinheiro comece a ter uma destinação melhor do que tinha nos fundos bancários.

Faça chuva ou faça sol. Pela terceira semana consecutiva, as professoras adjuntas da rede pública municipal, bem como a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais Cristina Gomes, estiveram presentes para acompanhar a votação do projeto que prevê o reajuste salarial da classe.

Aprovado por unanimidade. E o referido projeto finalmente foi aprovado. Após o anúncio da aprovação por unanimidade na segunda votação, as professoras soltaram um grito de alívio e muitas palmas.

Presente. Oportuno foi o fato de o projeto ser aprovado bem no Dia dos Professores. Foi o melhor presente que elas poderiam receber. Será que era essa a intenção dos vereadores em não chamar o projeto para a ordem do dia?

Ao mestre, com carinho.  Aliás, o dia do professor foi lembrado por praticamente todos os vereadores, que proferiram palavras de homenagem e apoio a esses trabalhadores tão importantes para a sociedade.

Igual médico. Em certa altura quando um vereador falava da importância de valorizar o professor, cumprir com as promessas de campanha etc. uma professora virou para a vizinha e disse: “a gente bem que podia fazer como médico, cumprir só um terço da nossa carga horária, dizendo que a gente tá em casa preparando aula e provas, e até dar aula em três salas ao mesmo tempo. Assim a gente quadriplicava o nosso salário. Já pensou que maravilha?”

Terceirização. O vereador César da Farmácia criticou as ações do Chefe do Executivo em relação às terceirizações dos serviços. Disse ele que se assustou com o valor exigido pela empresa que fará a poda de árvores e adiantou que a próxima ação será na área da educação, dirigindo-se especialmente às professoras presentes na sessão. “Tomem cuidado!”.

Cesar errou duas vezes. O primeiro é o aparente desconhecimento de que existe a Lei de Responsabilidade Fiscal que tem jogado governantes, inclusive petistas, de todas as esferas, a celebrarem contratos semelhantes para evitar ultrapassar o chamado limite prudencial. O segundo foi o de usar um golpe baixo para fazer terrorismo em cima das professoras. Assim não, né Cesar!

Terceirização. Aliás, esse tema terceirização tem sido utilizado por vários setores da sociedade de forma incorreta. O problema das terceirizações está relacionado a diversas falcatruas por conta de empresas que se uniram para dilapidar o tesouro público e abastecer políticos ou partidos que lhes dão guaridas. Mas a terceirização pode ser vista como trabalho especializado, mais barato e eficiente. Só depende de acompanhamento.

Aumento de cargos. Foi aprovado na sessão desta terça-feira o Projeto de Lei Complementar que prevê a criação de novos cargos no quadro de pessoal da Prefeitura, em especial de médicos. Tal medida foi necessária para a criação de um concurso público para suprir a falta desses profissionais.

 
Nino Marcati e colaboradores

 

ninomarcati@uol.com.br

Fonte: Da Redação do PCI

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