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Itapira, 16 de Dezembro de 2019
Notícia
27/05/2015 | Dropes nº 399

Festa bonita Na última sexta-feira, mais de trezentos profissionais municipais da saúde se reuniram no Clube da Saudade para a tradicional confraternização dos funcionários da saúde.

Festa com fartura Os participantes avaliaram positivamente a festa deste ano. Servidores antigos, com mais de dez anos de janela, atribuíram nota 10 para todos os quesitos. A organização foi perfeita, a cerveja estava gelada no ponto, a comida farta e muito gostosa e o clima era de alegria contagiante.

Festa do agradecimento Para o prefeito Paganini, a festa dos funcionários da Saúde manteve a tradição, homenageou os trabalhadores que cuidam e salvam vidas, mas, sobretudo, traduziu, festivamente, o agradecimento da população itapirense aos responsáveis pela batalha travada desde o final do ano passado contra a dengue.

Festa da unidade Para o deputado Barros Munhoz, freguês de caderneta da festa, esta foi a confraternização mais animada e mais participativa da história. “Era visível a alegria e satisfação de todos”, e completou: “O mais importante que essa festa mostrou é que os trabalhadores da saúde estão em paz, estão unidos em benefício do povo de Itapira. Esse deve ser o principal objetivo da administração. Parabenizo a secretária Rosa e o prefeito Paganini.”  

Festa do assédio Tanto o prefeito Paganini como o deputado Barros Munhoz foram ansiosamente esperados. Assim que eles entraram, nenhum dos dois teve sossego. Quando não percorriam as mesas cumprimentando um a um, eram cercados para fotos, abraços, beijos e até dança de salão.

Festa Baile Por falar em dança, disseram as más línguas que uma funcionária levou o deputado Barros Munhoz para o meio do salão e não largava mais, outra que esperava a vez, gritou: “fulana, quer parar de apertar e segurar o deputado. Deixa um pouco pra gente!”

Em Brasília O prefeito José Natalino Paganini passou esta terça-feira, 26, em Brasília percorrendo gabinetes de deputados e ministros para garantir o trâmite das verbas já conseguidas. O Paganini vale do princípio de que correndo atrás das verbas já está difícil, imagina se a opção for pelo comodismo. Para surpresa do chefe do executivo, ele acabou conseguindo uma verba nova, R$ 400 mil, com o deputado Paulo Freire. Nesta quarta tem mais peregrinação.

Para um prefeito que é açoitado impiedosamente pela oposição, viajar para Brasília, em dia de votação do ajuste fiscal e reforma política, com efervescência por todos os lados, as ações oposicionistas local viram provocação infantil.

Maus tratos penalizados

Os vereadores aprovaram, por unanimidade, nesta terça-feira o projeto de lei de autoria do executivo que estabelece as sanções e penalidades administrativas para aqueles que praticarem maus tratos aos animais no âmbito do município.

Privilégio O destaque para essa aprovação foi a união de todos os vereadores, situação e oposição, no sentido de aprovar, rápida, sem muitos e demorados discursos. Houve quem dissesse que em Itapira os animais conseguem proezas que os seres humanos itapirenses ainda não conseguem.

Riscado

O vereador Carlão Jamarino vem se readaptando com velocidade às atividades legislativas cumprindo, cada vez com mais intensidade, a função de prestar esclarecimento das coisas que aprendeu com o poder executivo. Na sessão desta terça-feira ele foi várias vezes acionado e cumpriu o riscado.

Todo prosa

O vereador Juliano ÁguaSuco, ausente da sessão da câmara, passou o dia em Brasília correndo atrás de verbas para Itapira. Não voltará de mãos abanando. Conseguiu cerca de R$ 1 milhão de reais. No pacote, recursos para os esportes e para a saúde, incluindo a aquisição de um tomógrafo e de um mamógrafo. O repasse é dependente da liberação das emendas parlamentares pelo governo federal.

AguaSuco acertou, também, a visita para semana que vem, ao município, do deputado federal Sergio Reis. O neguinho está com tudo e não está prosa. Nesta quarta-feira participará do início da Frente Parlamentar Contra o Abuso e Exploração de Menores e Adolescentes.

Pós-graduação O vereador Mauricio Casimiro de Lima teve um bom desempenho ao defender os ataques da oposição. No final da sessão, ao ser cumprimentado pelos bons discursos e rapidez nos contra-ataques, agradeceu e explicou o motivo da evolução: “estou fazendo um curso de pós-graduação em política atuando, rotineiramente, com o mestre Munhoz, no escritório dele.”   

Todos juntos No início da semana correu o boato que o vereador Rafael manteve um encontro não público com o ex-prefeito Toninho Bellini e Gilberto Kassab (PSD). Pouca gente estava acreditando, mas por conta da maneira como o vereador defendeu na sessão desta terça-feira o ex-prefeito, muitos passaram a acreditar na tal reunião.  

Lá... O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), responsabilizou, na semana passada,  o PSDB pelo descumprimento da meta que era de construir 243 creches até 2016. A estimativa mais otimista é que se consiga, no máximo, 150 unidades. Para Haddad, o principal motivo foi a ação movida pelo PSDB e FIESP, em 2013, que barrou o reajuste do IPTU e que fez o município perder mais de R$ 1 bilhão.

...como cá! Por aqui, o prefeito Paganini está enfrentando problema semelhante na tentativa de viabilizar a aquisição de uma área e garantir a construção de 200 unidades do CDHU. A ação está sendo patrocinada pelo Ministério Público, mas para o deputado Barros Munhoz, o pivô das questiúnculas vem dos grupos oposicionistas que insistem em atrapalhar o andamento da administração.

Mais de R$ 160 milhões Caso a oposição saia vencedora ou consiga atrasar, ainda mais, a construção das casas, serão duzentas famílias que ficarão no prejuízo. Munhoz lembrou que se não fizesse das tripas o coração e não brigasse com o MP, o Istor Luppi e José Tonolli não teriam saído do papel e cerca de 1.700 famílias ficariam no prejuízo. “Sabe de quanto seria esse prejuízo, nesses dezesseis anos, considerando o aluguel médio de R$ 500,00? Mais de R$ 160 milhões.” Contabilizou.  

Vai ou não vai Eduardo Cunha, preocupado com as repercussões das propostas produzidas pela Comissão Especial, resolveu dar bananas para os estudos resultantes de meses de trabalho e colocar em votação, nesta terça-feira, 26, uma nova proposta, feita às pressas, com foco no distritão e na manutenção do financiamento privado das campanhas eleitorais.

Cunha e PMDB derrotados Ao rejeitar o distritão e a emenda que tratava do financiamento das campanhas, com a ajuda do PSDB em acordo com o PT, a Câmara impôs um duro golpe ao presidente da casa, Eduardo Cunha, e ao PMDB patrocinadores das propostas.  

Dúvida cruel A coluna não é esportiva, mas vale registrar o prejuízo que as vendas impensadas e antecipadas de alguns jogadores trouxeram ao Corinthians, cerca de R$ 173 milhões nos últimos oito anos. Será que essa grana não teria evitado a atual crise financeira por qual passa o time do Parque São Jorge? Mas tem outra dúvida que deve doer ainda mais nos corações corintianos: será que aquelas vendas, naqueles valores, foram, de fato, impensadas?

Ajuste fiscal Depois de muito sofrimento e pessimismo por parte do governo em relação à aprovação das medidas que restringem o acesso ao seguro desemprego e abono salarial, a fatura ficou boa para o governo federal, as medidas foram aprovadas, mais amenas do que propostas originalmente.

Boatos A semana foi iniciada com o boato de que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estava prestes a deixar o cargo depois de não comparecer à coletiva que anunciou o corte de 69,9 bilhões no Orçamento, na última sexta-feira. Rapidamente, o governo montou uma estratégia para garantir que Levy continua tendo o apoio da presidente Dilma e que não sairá do ministério.

Queria mais Para o mercado financeiro, que sabia que Levy defendia um corte maior que poderia chegar aos 80 bilhões, a redução era mostra de desprestigio. Assim, iniciou a segunda-feira influenciando a queda nas bolsas e elevando a cotação do dólar. À medida que os ministros Aloizio Mercadante e o próprio Levy abriram as portas para os jornalistas, concedendo entrevistas explicativas, o mercado foi se acalmando até terminar o dia sem estrago.

Agonia? O PT conseguiu nas eleições passadas a façanha de apresentar uma única cidade paulista a impor derrota ao governador Geraldo Alckmin. Dos 645 municípios, o candidato Padilha do PT só teve mais votos que o tucano na cidade de Hortolândia. No geral, Alckmin foi eleito no primeiro turno com mais de 57% dos votos. Cidade símbolo da militância petista, as lideranças de Hortolândia estão negociando transferência para o PSB, grande aliado do governo do PSDB, acompanhando a senadora Marta Suplicy.

Coisas da Justiça Enquanto o país se prepara para cortar gorduras, o elogiado ministro Luiz Fux está reivindicando para si e colegas, a título de valorização da magistratura, aumento nos vencimentos e melhorias nababescas dos benefícios para os ministros do STF.

Não é o fim do mundo? Mas tem outra reivindicação ainda mais assustadora: querem que os magistrados condenados por improbidade não corram o risco de perder o cargo e que possam, inclusive, condenar os demais acusados de improbidade.

Direito de Resposta Esta coluna sempre concedeu direito de resposta aos políticos citados, basta que utilizem o e-mail fornecido na assinatura. No entanto, os vereadores Marquinhos e Rafael não usaram o expediente para reclamar, preferiram uma rede social e questionaram a coluna sobre a não publicação. Vamos lá:

De Marquinhos:

“Caro Nino
As opiniões divergem. E se a sua é essa é uma pena! 
A educação ao ofertar o uniforme escolar, visa impulsionar, motivar, o educando nos estudos e dando mais segurança na escola. E se esse é um direito dele até agora não questionado pelo MP, e essa verba se encontra em nosso município para que esse benefício aconteça, porque não oferecer as vestimentas aos ALUNOS?
Com as palavras escritas por você fico ainda mais preocupado, pois não tinha o conhecimento que esse processo seria eliminado com o passar do tempo. Ou o Sr. esta seguindo alguma cartilha para criticar este vereador?
Mas, se isso realmente acontecer estarei aqui defendendo, lutando por todos, pois para isso fui eleito, para fiscalizar! 
Porque não escreveu nada a respeito das escolas que estão com goteiras a mais de 2 anos e este vereador sempre vem cobrando as melhorias? 
Porque não falou do Subsidio Escolar que foi cortado pela metade a verba ao estudantes universitário?
Porque não falou do processo que nossa SECRETARIA DA EDUCAÇÃO esta envolvida?” (SIC)

Respostas do Nino ao Marquinhos:

Prezado vereador

O senhor foi questionado por esta coluna quando confundiu educação com assistencialismo. Basta rever o que o senhor discursou e conferir. Se precisar, podemos qualquer hora analisar em conjunto.

Esta coluna, como bem frisado, entende que o importante é educar, é oferecer aos estudantes pelo menos o “feijão com arroz” educacional, desenvolver cidadania, fazer o estudante aprender a pensar.

As reivindicações do senhor com relação ao uniforme, a merenda e os materiais escolares são reconhecidas pelos educadores – portanto não se trata de opinião como o senhor iniciou dizendo – como ações assistencialistas que visam, basicamente, a redução da evasão escolar. A evasão escolar foi reduzida graças a essas ações, mas não foi totalmente zerada como se esperava. Por outro lado, a concessão desses benefícios ainda não produziram, no país, melhorias no processo de ensino e aprendizagem, mínimas para um país em vias de desenvolvimento.

O aprender deveria ser visto por todos como a ação mais importante das redes estaduais e municipais de ensino.

Aprender a ler e a escrever corretamente propiciaria, por exemplo, que políticos e profissionais de qualquer natureza conseguissem entender o que lê, entender os manuais de máquinas e equipamentos, e talvez não tivéssemos tanta gente falando bobagens, de vez em quando.

É obvio que os benefícios  recebidos pelos estudantes integram direitos. Entendo que esse é aquele direito que foi concedido pela legislação federal como forma de amenizar a falência do ensino público brasileiro.  Espero, sim, que esse assistencialismo um dia acabe. Quando isso acontecer, certamente, será no dia que estivermos seguros de que o prato principal foi finalmente servido.

Aliás, outra situação que precisa acabar é ação assistencialista dos legisladores que oferecem benefícios para as pessoas imaginando que eles retornarão em forma de voto. Isso, na minha concepção é crime. Nos países sérios, isso não acontece. Devemos ensinar a pesca às pessoas, sem oferecer o peixe graciosamente. Acho que você já ouviu e deve concordar com esse pensamento.

Quanto às questões relacionadas com a manutenção do patrimônio público, penso que seria mais produtivo o senhor procurar a solução direta, conversando com a secretaria responsável, mandando e-mail ou deixando um bilhete informando o problema e aguardar o cronograma dos serviços.

Acredito, piamente, que ao deixar de transformar as suas queixas em ações político-eleitoreiras, certamente os seus objetivos reais serão atingidos mais rapidamente e o povo que pretende beneficiar mais satisfeito, lembrando que as prioridades e a disponibilidade de recursos físicos e financeiros devem ser respeitadas. Portanto, fiscalizar e cuidar da coisa pública não pode ser confundido com interesse exclusivo pelo voto.  

Sobre o corte do subsídio escolar eu lhe digo que a prioridade da destinação de recursos é para o ensino fundamental e que o Tribunal de Contas – o senhor sabe disso - recomendou a redução. Ora vereador, imagino que o senhor não deseja que o poder público descumpra uma determinação dessa natureza.

Finalmente, o senhor questiona o fato desta coluna nada ter falado sobre o processo que envolve a Secretária Flávia Rossi. Primeiramente, os assuntos selecionados por esta coluna medem, a meu critério, o nível de relevância. Uma decisão do autor. Depois, não falo, nem escrevo sobre o que não sei. Não seria interessante que todas as pessoas agissem da mesma maneira?

Como agora eu tenho um pouco mais de informação sobre a matéria, apesar de não ter lido o processo, posso comentar alguma coisa:

Não é verdade que a Secretária Flavia Rossi esteja condenada (em Mogi-Mirim) e com os direitos políticos suspensos como o senhor falsamente apregoa. A condenação só poderá ser propalada quando transitada em julgado. Fato que ainda está longe de acontecer. Até lá, a condenação está suspensa. Pergunte ao seu advogado.

Aliás, prezado vereador, a literatura dos tribunais está carregada de casos em que as sentenças foram reformadas nas instâncias superiores. O senhor sabe o que isso significa? No final, no caso da Flávia, a denuncia do MP poderá ser considerada improcedente. Exemplos não faltam.

É admirável a sua disposição em trabalhar como vereador, discursar em todas as oportunidades, reagir às críticas recebidas e brigar pelo que acha justo. No entanto, a política exige mais do que disposição e boas intenções. Exige falar corretamente, com conhecimento de causa. Exige argumentos convincentes. Exige articulação. Exige respeito. Exige disposição para negociar. Exige resultados práticos.

Espero ter atendido às suas aspirações.

 

De Rafael:

“Gostaria de responder ao senhor Nino Marcatti quando fez uma pergunta direcionada a mim ,como Vereador ,no Drops PCI. Primeiramente, não podemos misturar a sociedade do bem com a ação de vândalos. As pessoas, na sua grande maioria , acreditam nos professores e na instituição de ensino mesmo com todos os problemas estruturais , financeiros. As cobranças foram direcionadas a Gestão atual pela inoperancia na Educação , como exemplo, o atraso e diminuição do subsidio dos estudantes universitários, o atraso nos três anos (2013/ 2014/ 2015) da entrega dos Uniformes escolares . Dessa forma, senhor Nino , a sociedade do bem procura fazer a sua parte. O Poder publico , e você é da Área Educacional, deveria fazer a sua parte, inclusive oferecer Segurança para alunos, professores na rede de Ensino.” (SIC)

Resposta do Nino a Rafael

Parece que o senhor não entendeu o que lá está escrito. Vejamos:

Os vândalos e os criminosos de qualquer natureza integram esta sociedade. Portanto, querendo ou não, estamos todos misturados. Essas pessoas, assim como os políticos, a polícia, trabalhadores, estudantes... Todos fazem parte da sociedade em que vivemos. Acredito que o senhor, estudado como é, não discorda dessa afirmação. Se discordar, posso indicar uma relação de títulos para esclarecer a questão.

Não é verdade que a maioria das pessoas acredita nos professores e nas instituições de ensino. Pesquisas e o pouco apoio das famílias à atual greve dos professores demonstram a infeliz realidade. Uma situação que precisa ser revertida, mas para isso precisamos contar com a boa vontade dos profissionais de ensino. Precisamos contar, também, com a ação dos políticos. A crítica direcionada ao senhor é no erro comumente cometido por algumas pessoas que é imaginar que o poder público pode fazer tudo, tem dinheiro de sobra para gastar, basta ter vontade de fazer.

O senhor sabe que não é assim, mas insiste todas as semanas. Precisamos, enquanto sociedade entender que se queremos um mundo melhor devemos participar mais, escolher melhor, ser mais produtivo, ser menos “espertos”, ser mais respeitosos com as pessoas e ao meio ambiente, reconhecer as nossas mazelas em relação aos indivíduos discrepantes, ser mais cooperativos, mais coletivos, menos egoístas, entender que o que sobra em excesso de um lado, falta do outro e reage na forma de violência e vandalismo.

Assim, doutor, criticar o poder público, exclusivamente, o senhor pode até não saber disso, mas atende única e exclusivamente aos seus interesses políticos e dos eventuais grupos que o senhor bem representa, contribuição efetiva nos destinos da nossa cidade e do nosso país, certamente não. Se assim fosse, nós já estaríamos no primeiro mundo, faz tempo.

O Poder Público deve fazer sim a sua parte. Mas lembre-se, o poder público tem a responsabilidade sobre o que faz e sabe que parte dele que será cobrada na próxima eleição. Se o eleitor entender que a parte foi cumprida, mantem o grupo no poder. Se entender que a parte não foi cumprida, alterna. E sabe como o povo percebe isso? No dia a dia, no conjunto da obra. O povo sabe que nem tudo funciona cem por cento, com precisão suíça. O povo sabe que a oposição tem interesse em desqualificar o governo legitimamente eleito. Por isso, não acredito que qualquer oposição tenha sucesso se baseando apenas nas criticas que formula. Acredito que a oposição só consegue resultado positivo se conseguir se mostrar detentora e capaz de desenvolver um projeto político consistente. O resto é pura encheção de saco.  

Finalmente, meu caro vereador, saiba que sempre fiz a minha parte, escrevendo ou palestrando sobre as causas reais da insegurança que assola esta cidade e este país. Não acredito na solução desse problema com o aumento de polícia na rua. Não acredito em solução com o desrespeito humano, agredindo ou matando ou colocando os condenados em condições precárias de encarceramento.  Não acredito em solução enquanto a impunidade for usada para privilegiar quem tem dinheiro. Não acredito em solução enquanto a justiça brasileira manter as pessoas presas por não apresentarem bons advogados de defesa.

Uma sociedade evoluída não usa contra os condenados os mesmos pensamentos de quem vive na criminalidade. Tipo se eles matam a gente, sem dó nem piedade, devemos, então, mata-los sem dó, nem piedade, também. Ou então, se eles cometeram crimes bárbaros, devem apodrecer nas cadeias imundas soltando o rabo todos os dias para os demais companheiros. Esse raciocínio pequeno, vereador doutor, pode satisfazer os desejos animalescos de vingança, mas fazem duplicar ou triplicar o número de delinquentes. E quem paga o pato por isso? A sociedade.

Então meu caro, convido-o a condenar sem medo de perder votos os erros da nossa sociedade com a veemência que costuma usar nos seus discursos. Não teremos resultados imediatos, mas um dia eles aparecerão. Penso que um político ávido de justiça, não pode querer justiça apenas nos pontos que o beneficia.

 

 

Fonte: Da Redação do PCI

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