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Itapira, 04 de Julho de 2022
Notícia
14/10/2012 | Dropes nº 198

Bellini, o grande perdedor.

Ninguém reagiu à afirmação da vereadora Sonia Santos que afirmou que Toninho Bellini teria sido o grande perdedor dessa eleição. O mesmo não ocorreu com outra afirmação da vereadora: a de que Totonho Munhoz não tinha sido o grande vencedor. Choveu e-mails contestando.

A dor da derrota.

Para os questionadores da vereadora, não resta a menor dúvida de que o grande vencedor dessa eleição foi José Natalino Paganini, o prefeito eleito. Mas desqualificar os méritos de Barros Munhoz é no mínimo uma reação perdedora de quem nada mais poderá esperar do eleitor itapirense.

Ninguém dava a menor atenção.

Os adversários tentaram pregar a todo custo que Barros Munhoz não aparecia na campanha de Paganini para não estragar o namoro da população com o candidato preferido desde o início da campanha. Jogavam as falas ao vento.

Tiro no pé.

Munhoz participava das carreatas - o povo via. Participava dos programas de rádio - o povo ouvia. Paganini citava com orgulho o apoio do deputado - o povo acompanhava e aplaudia. As tentativas dos adversários caiam no descrédito e acabavam tirando votos de quem mentia.

Munhoz não tirou...

Os missivistas desafiam alguém a localizar pelo menos um dos 25.757 votantes de Paganini que não faça a associação com o deputado Barros Munhoz. “Sabe o que isso significa? Até agora eles não engoliram a votação histórica recebida em 2010”, destacou um dos e-mails.

Munhoz: articulação nota 10.

Mas teve quem tenha levado a participação de Barros Munhoz na eleição de Paganini para outros flancos. Barros Munhoz é e sempre foi líder. Coube a ele o processo de articulação da escolha dos pré-candidatos. Para prefeito pelo menos cinco nomes eram viáveis. Para vice, mais de quarenta se apresentaram.

Fatal para a vitória.

Só os ignorantes em política é que não sabem o que é administrar o processo de escolha de uma chapa majoritária. Qualquer ato falho ou autoritário leva partidos à dissidência e à construção da desunião.

Novo Tempo: articulação nota ZERO.

Do outro lado, nomes como Valentim Valério, Alberto Mendes, Pedro Boretti, Toninho Orcini, Dado Boretti, Vladen Vieira, Luiz Domingues, Sonia Santos, Antonio Carlos Martins e Mário da Fonseca tiveram que ser aniquilados do processo para não fazerem sombra ao candidato governista. Ações que acabaram isolando Manoel Marques.

O Lula corre o país fazendo isso.

Coube a Barros Munhoz a coordenação da campanha eleitoral, a construção das estratégias e a manutenção da união do grupo. Ações costumeiras que são desenvolvidas pelos líderes políticos de todos os matizes. Sempre que se fazia necessário, quem é que estava ao lado de Paganini motivando os demais candidatos e colaboradores?

Silêncio mortal!

Quando os adversários dizem que Munhoz não mostrou a cara nessa campanha, na verdade se referem à estratégia adotada pelo próprio deputado, em concordância com Paganini e Dado, em levar a campanha em alto nível, sem dar respostas às agressões sofridas.

Bastava mostrar serviço.

Tal estratégia, para os adversários, funcionou como se Munhoz não participasse da campanha, tirando-lhes o único recurso de levar suas candidaturas adiante: polarizar com quem não era candidato.

Sonia tirou?

Um e-mail afirmou que quem não pode aparecer na campanha e nem pode vincular o nome ao candidato da terceira via foi justamente a vereadora Sonia Santos. “A quem diga que antes de Sonia, a arrecadação nas empresas se apresentava promissora.”

A fonte secou.

”Segundo o autor desse e-mail, Mendes, por delicadeza, tenta atribuir o súbito  distanciamento das empresas ao boato de que renunciaria em favor de Manoel Marques. Mas que ele sabe muito bem que os sinais começaram antes disso, no início de agosto.”

Contestaram o Dropes.

Sonia Santos nada disse a respeito, mas esta coluna sim: “a vereadora teria figurado ao lado de Carlinhos e Zé Branco como grande vencedora dessa eleição, já que ela tinha conseguido manter o controle do PT e eleger o único vereador fora da base de Paganini.” Vários e-mails chegaram à redação dando o contra.

Quem sabe que vai perder... Não arrisca, nem petisca.

Para essas pessoas, Sonia Santos jamais poderá ser considerada vencedora. Ela deixou de disputar a vereança ao prever que reduziria a votação e ficaria fora da casa na próxima legislatura. Fato que trituraria a sua rica história política.

Pré-candidata?

Sonia Santos tentou se lançar pré-candidata a prefeita. Recurso comumente usado por parlamentares com imagens desgastadas, mas que não querem dar o braço a torcer. Pré-candidata ninguém lhe deu importância, não resistiu na imprensa mais do que uma semana. Nem mesmo os companheiros lá estavam para apoiar e ovacionar o lançamento. Sonia assistiu outro nome do partido ser lançado...

O que Deus uniu, Sonia separou!

A vereadora não conseguiu unir o partido. Permitiu que ele caminhasse para um encontro municipal que não valeu. Recorreu à instância partidária superior em busca de intervenção. Ganhou a presidência, mas perdeu várias filiações. Alguns petistas remanescentes não aceitam a liderança dela. Aguardam o encerramento do ano legislativo para discutir o futuro. Haverá choro e ranger dos dentes...

Um petista diferente.

Finalmente, os autores dos e-mails concluíram que a eleição de Cesar da Farmácia é prova inequívoca de que a vereadora Sonia nada teve a ver com a votação recebida por ele. Apresentou-se de fato como candidato da terceira via, desvinculado da situação, da oposição e da vereadora Sonia. Fez jus ao relacionamento desenvolvido no bairro e com as pessoas conhecidas.

Quem será o próximo presidente.  

A campanha para a eleição do presidente da câmara está deflagrada. Zé Branco começou a pedir votos já na noite de domingo. Outros quatro candidatos - Carlinhos Sartori, Dr. Rafael, Feliciano e Marquinhos - esperam apoio dos demais companheiros.

Chamaram o síndico.

Paganini entrou em cena para amainar os ânimos dos futuros vereadores. Está conversando um por um. O Mestre tem colocado que não vai se intrometer no poder legislativo, mas não gostaria que ocorressem desgastes desnecessários. Está pedindo que a discussão seja democrática e respeitosa: “não posso fugir da minha responsabilidade, não posso deixar as vaidades prevalecerem. Felizmente elegemos um grupo de primeira qualidade. Tudo vai se arranjar. Vocês vão ver.”

Quase consenso.

Entre os vereadores o nome que caminha para o consenso é o do vereador Carlinhos Sartori. Além da experiência acumulada como vereador e vice de Paulo Andrade, durante todo mandato se manteve fiel ao grupo oposicionista.

Governo paralelo.

Algumas pessoas questionaram o que seria o governo paralelo anunciado por Manoel Marques na última sessão. O Dropes abriu a sua rede de informantes e entendeu nas palavras criptografadas que o candidato pevista reuniu um grupo – os fieis até debaixo d’água – para acompanhar o governo Paganini.

Já sabia!

Ao contrário do que muita gente pensa, segundo esses informantes privilegiados, Manoel era conhecedor de que a eleição seria muito difícil. Por isso teria economizado na campanha para poder investir nesse governo paralelo e colher os resultados em 2016. Municiado de informações e dos compromissos assumidos por Paganini, esse grupo ficaria na cola e denunciaria, pontualmente, qualquer deslize. Marcação cerrada.

Rede de repercussão.

Ainda, segundo as informações recolhidas, esse governo paralelo utilizaria os recursos da internet, criaria pelo menos um jornal impresso e se associaria a uma rádio local, tudo isso para propagar críticas, manter a oposição acesa e evitar a reeleição de Paganini. Tudo correndo bem, em 2014, candidatos a deputado seriam lançados na cidade, como teste. Alguns nomes conhecidos seriam colocados à frente, deixando o nome de Manoel, em banho-maria até o momento oportuno.

 

Prezados Internautas

Os informantes desta coluna integram todos os matizes políticos da cidade.

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A coluna não é porta-voz da verdade absoluta. Limita-se a democratizar a informação política que corre pela cidade. Usa o bom-humor como recurso redacional, sem apelar para as agressões gratuitas ou preconceituosas ou tendenciosas.

Nino Marcati, da Redação do PCI.

Fonte: Da Redação do PCI

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