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Itapira, 14 de Dezembro de 2019
Notícia
15/04/2015 | Dropes nº 392

Moção de apoio A Câmara Municipal recebeu nesta noite de terça-feira a visita do vereador mogimiriano professor Cinoê Duzo e de um grupo de professores do estado para solicitar dos vereadores locais uma moção de apoio ao movimento grevista, que dura 32 dias, que será levado, nesta quarta-feira, a uma reunião que acontecerá em São Paulo, na assembleia legislativa.

Abertura O presidente da câmara suspendeu os trabalhos legislativos para receber o grupo, reuniu todos os vereadores e aprovou por unanimidade a moção de apoio. A reunião em São Paulo deverá contar com a participação de alguns deputados e do presidente da casa e terá como objetivo, forçar a abertura das negociações com o governo estadual.

Temporários O deputado Barros Munhoz comentou com a coluna que respeita a luta dos professores e entende que o movimento grevista é legítimo, mas defende o governador Geraldo Alckmin reiterando que nos últimos quatro anos os professores tiveram 45% de reajuste para uma inflação de 24% e que os ganhos reais serão mantidos. “A greve atinge 10% da categoria, é mais dos temporários, poucos são os professores efetivos parados. O estado não tem como atende-los e a maioria dos professores já entendeu a situação”, concluiu.

Leão Munhoz que está brigando como um leão para colocar em obras as conquistas já anunciadas, falou da crise econômica que paralisa o país e o estado e que repercute na arrecadação e, consequentemente, na liberação das verbas.  Lamentou a ação de 200 professores grevistas nesta segunda-feira, 13, que hostilizou com gritos e vaias o governador Alckmin que ainda ressente a morte do filho Thomaz.

De volta à câmara Alguns vereadores tiveram frustrada a tentativa de trocar gato por lebre na sessão desta terça-feira. A ideia brilhante foi tentar fazer passar algumas indicações como requerimentos. Explica-se: com a última alteração as indicações passaram a não ser discutidas, nem votadas. Como os requerimentos continuam permitindo essas ações...

Para os vereadores que não sabiam, eis como o Houaiss define os dois substantivos, sem sair do contexto.

Indicação: ação ou efeito de indicar; conselho, ensinamento, sugestão; recomendação precisa; determinação.

Requerimento: ato ou efeito de pedir por meio de petição por escrito ou verbal, segundo as formalidades legais.

Leitura! De novo? Não é só na interpretação de palavras que os vereadores vacilam. Um deles, por exemplo, ao usar a tribuna para discutir um requerimento ou projeto faz uma nova leitura do documento que já foi lido pelo secretário da mesa. O vereador, nesse caso, perde a oportunidade de explicar melhor as suas intenções, para fazer aquilo que não é mais necessário.

Gafe O vereador Marquinhos cometeu uma grande gafe ao solicitar que a Câmara revisasse o contrato com a Rádio Clube. Segundo o vereador, a emissora durante a transmissão não oferece igualdade de tempo a todos os vereadores, sugerindo que ele seria um vereador boicotado, por ser oposição.

Sempre aberta Em defesa da Rádio Clube, o líder Maurício disse que todos os vereadores que sempre tiveram algo importante para dizer bastava se dirigir à pessoa responsável pela cobertura das sessões para que os microfones fossem imediatamente colocados à disposição. No mesmo tom, o vereador Rafael testemunhou que sempre que quis falar através da Rádio Clube sempre teve o microfone à sua disposição. Achou que a fala do colega foi deselegante.

Percebendo que tinha pisado a bola, Marquinhos foi até o cantinho da Rádio Clube, falou  livremente e pediu desculpas à jornalista Karina Mattos.

Confusão A grande polêmica da noite ficou por conta da discussão e votação da convocação do Secretário Municipal de Assuntos Jurídicos para prestar esclarecimentos sobre a reintegração da servidora Cristina Moro e o perdão da penalidade imposta pela comissão formada pelo governo novotempista.

Confusão? Os vereadores oposicionistas se revezaram na discussão na tentativa de desqualificar as explicações do prefeito José Natalino Paganini. Para eles, R$ 1,8 milhão era de fato uma dívida da Cristina Moro e que foi perdoada pelo prefeito e que a ação que correu no STF não era como foi contada.

Atos nulos O líder do prefeito, bastante inflamado, questionou os pontos levantados explicando que houve distorção dos fatos, que o valor R$ 1,8 milhão foi uma determinação da comissão composta por funcionários comissionados, não da justiça, em flagrante desrespeito à disposição legal que exige a composição exclusiva de servidores estáveis. “Logo, senhores, todos os atos praticados por esta comissão são inválidos”, bradou.

Tem bobo, lá! Sobre a questão da decisão do ministro Celso Melo esclareceu que em nenhum momento o prefeito Paganini disse o que está sendo veiculado erroneamente pela imprensa opositora. Ao se referir a essa decisão a informação é que o processo foi extinto pelo STF. E destacou: “será que o STF, o ministro Celso Mello extinguiria o processo sem que fossem reunidos todos os requisitos mínimos para essa decisão?”, encerrou.

Unânime Logo após a fala do vereador Mauricio, o presidente Zé Branco colocou a solicitação da presença e os esclarecimentos do Secretário Municipal de Assuntos Jurídicos em votação, que recebeu os votos favoráveis de todos os vereadores.

Barriga Ficou no ar a dúvida se a aprovação do requerimento pela bancada situacionista estava programada ou se o presidente da casa ou o líder Maurício tinham comido barriga. Os governistas esboçaram uma reação de que um erro havia sido cometido levando os oposicionistas a se divertirem. Mas há quem acredite que tudo não passou de uma bela encenação, para valorizar o primeiro ato, já que o segundo era desnecessário.

Nada a esconder Tanto é que ao justificar o voto pela não convocação da Comissão Especial de Investigação, o requerimento seguinte, o líder explicou que a aprovação da convocação do Secretário mostra que os situacionistas nada têm a esconder sobre o caso.

Assim de advogados... De fato, as discussões posteriores levaram algumas pessoas que acompanharam a sessão a concluir que a presença do Guto Urbini será extremamente salutar para esclarecer os pontos jurídicos desse processo que está levando muita gente a interpretar o que não sabe e a falar o que não deve.

Mais! Nesta quarta-feira, Juliano Feliciano estará em São Paulo, acompanhando o prefeito José Natalino Paganini e Luizinho Domingues em uma reunião com o Secretário Estadual de Esportes, Jean Madeira. A comitiva será engrossada pelo deputado Barros Munhoz e batalhará por recursos das melhorias para o esporte itapirense. Na pauta, a construção de um centro de treinamento para a Associação Amigos do Judô.    

Não é só água, não Juliano Feliciano também pretende acertar nessa reunião a instalação para breve, em nossa cidade, da secretaria itinerante onde toda estrutura humana mestre viria para Itapira para avaliar as reais necessidades do município na área. E se gabou: “esse vereador não é só água não, é agua e suco.”

Sumiu No último domingo, o vereador Marquinhos aproveitou o período da manhã para ficar o mais perto possível do prefeito Paganini e do deputado Barros Munhoz durante a abertura do 3º Torneio da Associação Amigos do Judô. Depois, sumiu.

Na hora de aparecer O vereador do PRB perdeu a oportunidade de acompanhar o secretário Luizinho Domingues pelo tour nas praças esportivas com o coordenador da secretaria de esportes, Alex Costa de Lima, também do PRB. Comentários maldosos foram suscitados, como: “na hora de aparecer, ele não perde a oportunidade, mas na hora de trabalhar para o bem cidade, ele desaparece!”

Cherokee Logo depois do almoço, o vereador Marquinhos foi visto perambulando pelo Feirão de Ofertas da ACEI, no Ginásio Santo Breda, ao lado do vereador Rafael. Após a visita, os dois vereadores oposicionistas saíram do local a bordo de um Jeep Cherokee, último tipo, de propriedade do vereador ortopedista, avaliado em R$ 250 mil.

Fiesta O prefeito Paganini com a esposa Sonia chegaram ao feirão a bordo de um surrado Fiesta 2010. Um grupinho que assistiu a chegada do prefeito e a saída dos dois vereadores abordou Paganini e disse: “é prefeito, parece que o Marquinhos prefere passear pela cidade montado numa bela Cherokee do que andar com o senhor de Fiesta observando o que é preciso ser feito para melhorar a cidade!” Paganini olhou para a turminha, abriu os braços com as palmas das mãos viradas para cima e respondeu: “assim é a vida. Fazer o quê?”

Nada mais do que boatos Desde que o vereador Carlão Jamarino se afastou para assumir a secretaria da administração, os opositores ao governo Paganini, tempos em tempos, soltavam boatos sobre eventuais desentendimentos com os demais vereadores. Ora com Maurício, ora com Zé Branco, ora com Luiz Machado, chegaram a colocar palavras nas bocas de todos que nunca foram proferidas. Sempre que podia, Carlão esclarecia: “eu tenho um acordo com o prefeito e com o grupo e vou cumprir.”

Pois é! Carlão Jamarino confirmou à redação do Dropes que estará como secretário da administração até o dia 8 de julho. No dia 14 de julho, terça-feira, Luiz Machado terá a oportunidade de se despedir dos companheiros e no dia seguinte, 15 de julho, Carlão retorna para o legislativo e lá ficará até o final do mandato.

“Eu nunca fiz segredo disso, sempre esclareci que eu tinha um acordo com o prefeito Paganini e que naquilo que dependesse de mim, o acordo seria cumprido até o fim.”

Mesma língua E para quem imagina que o retorno de Carlão ao legislativo poderá provocar algum cisma no grupo, vai morrer imaginando. “Estou conversando com o líder Mauricio para desde já manter “a viola afinada e preparada para tocar qualquer música” e me reuni com todos os vereadores. Estamos todos falando a mesma língua.”, completou Carlão.

 

Tudo bem Luiz Machado ao ser questionado pelo Dropes se o retorno do Carlão Jamarino estava lhe causando algum desconforto, respondeu: “o mandato é dele, estive aqui por que ele aceitou ser secretário. Sei que para ele era melhor continuar por aqui, mas ele optou pelo bem do município. Ganhou Itapira, com isso, ganhei eu por ter passado por essa grande experiência. Só tenho a agradecer. Dei o máximo. Trabalhei com o grupo e defendi os interesses do povo de Itapira. Está tudo bem”. 


Fonte: Da Redação do PCI

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