03/09/2011 | Uma avenida chamada “Morte Anunciada”
O tráfego de veículos vem aumentando assustadoramente em Itapira. As vias públicas, em determinados momentos do dia não suportam o volume e chama a paciência dos motoristas e pedestres, que diante da situação, aguarda o desafogo com tranquilidade.
Porém, alguns setores da cidade, onde a velocidade pode ser desenvolvida com maior liberdade, até, talvez, para compensar o tempo perdido em outras regiões, alguns motoristas voam, colocando em risco a vida deles e de outras pessoas.

É o caso da Avenida Brasil. Trata-se de uma avenida longa, que liga o centro da cidade a bairros populosos como Prados e José Sechi, além do volume de veículos, principalmente, nos horários de pico, permite aos motoristas o desenvolvimento de velocidades acima dos padrões de segurança. A avenida é estreita. As calçadas minúsculas. Fatores que colocam em risco, todos os dias, inúmeros pedestres.
A Prefeitura Municipal de Itapira, através do seu Departamento de Trânsito, deve tomar providências urgentes para evitar uma tragédia anunciada.
Não será por falta de pedidos ou alertas. Segundo os moradores, além da ação individual de cada um junto a vereadores e funcionários da prefeitura, um abaixo assinado com mais de cem assinaturas de moradores foi encaminhando pedindo providências urgentes.

Tal movimento de moradores aconteceu antes da implantação do loteamento Riboldi. Hoje, avaliam que as ruas de acesso e saída desse loteamento agravarão o problema e na medida em que o fluxo de veículos, principalmente caminhões, aumente, nem querem pensar no que poderá acontecer.
A reportagem do PCI esteve no local para constatar o perigo constante. Ouviu alguns moradores. A maioria não quis ser identificada, mas o reclamo é mesmo. Uma vendedora disse que quinta-feira, dia 1/09, por pouco não foi atropelada. Uma moradora garantiu: “não adianta nada a sinalização, ninguém respeita’.
Ângela, moradora da avenida, foi mais longe: “É muito movimento, as pessoas não respeitam, você não consegue guardar o carro, principalmente nos horários de pico, tá difícil. Já pedimos uma lombada, mas até agora nada; já pedimos para vereadores, ficaram de ver, mas até agora ninguém viu. Eu acho que para as pessoas respeitarem tem que mexer no bolso, então se colocar um radar aí eles respeitam, porque acho que uma lombada não vai resolver muito, vai diminuir, mas acho que desde que mexa no bolso do cidadão, aí acho que vão respeitar.”

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